24.2.09

Há muito de morte em mim
Porque a vida se desgarra de seu centro
E fora é tanto quanto dentro
Não sei jamais se digo bom ou ruim

Há tanto de morte em mim
Que de pouco quero morrer
Do mesmo tanto ou mais quero viver
Sem que saiba o que é vida ou morte em mim

Tanto há de morte em mim
Que dia após dia me interrogo
Se vida é o que vivo ou o que quero
Ilusão sonho miragem - fim.

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