22.12.10

eu ouvi dizer que você anda por essas ruas de vez em quando. nunca tive o desprazer de te encontrar, mas esse texto é pra que você ouça de alguém que é melhor se mandar. essas agora são as minhas paradas. não quero saber de você por aqui, entendeu? se te pego passando em frente a minha casa te arrebento. que, aliás, é o que eu deveria ter feito há muito tempo. vê se se toca, seu filho da puta. já não basta eu ter que encontrar a vizinha que você comeu? e na padaria eu tenho de ir em outro horário, porque o cara das sete pergunta de você. no banco, o gerente me olha como se eu precisasse de ajuda sempre e eu quase soco ele, como socaria você se te encontrasse. na banca de jornal a mina que dava em cima de você acha que talvez você "'seje' meio maluco". eu disse que você é um normal filho da puta que talvez "'teje' a fim de te comer se botar meio litro de silicone, sua lisa". no bar me perguntam se eu quero a sua cerveja, quando não trazem direto a marca pra mesa. puta saco.

essas são as minhas paradas, entendeu? se te pego por aqui te encho de porrada.

1 Comentários:

Anonymous Nenhum deles presta disse...

Sangue e porrada na madrugada!

30/12/10 12:00  

Postar um comentário

Assinar Postar comentários [Atom]

<< Página inicial