eu ouvi dizer que você anda por essas ruas de vez em quando. nunca tive o desprazer de te encontrar, mas esse texto é pra que você ouça de alguém que é melhor se mandar. essas agora são as minhas paradas. não quero saber de você por aqui, entendeu? se te pego passando em frente a minha casa te arrebento. que, aliás, é o que eu deveria ter feito há muito tempo. vê se se toca, seu filho da puta. já não basta eu ter que encontrar a vizinha que você comeu? e na padaria eu tenho de ir em outro horário, porque o cara das sete pergunta de você. no banco, o gerente me olha como se eu precisasse de ajuda sempre e eu quase soco ele, como socaria você se te encontrasse. na banca de jornal a mina que dava em cima de você acha que talvez você "'seje' meio maluco". eu disse que você é um normal filho da puta que talvez "'teje' a fim de te comer se botar meio litro de silicone, sua lisa". no bar me perguntam se eu quero a sua cerveja, quando não trazem direto a marca pra mesa. puta saco.
essas são as minhas paradas, entendeu? se te pego por aqui te encho de porrada.
essas são as minhas paradas, entendeu? se te pego por aqui te encho de porrada.


1 Comentários:
Sangue e porrada na madrugada!
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