14.2.08

Tinha tanta, muita coisa pra escrever. Ando cansada, porém. Acordo às 5h30 da matina, para as aulas de direção. Como era de se esperar de mim mulher, e não da Tággidi (...), dirijo sofrivelmente. E, em homenagem a essa mulher exposta ao/pelo ridículo do senso comum das vozes masculinas (e não só), escrevo esse chiste-poema-prosa:

Tággidi nas Aulas de Direção

Esquerda, direita
Esquerda, direita
A direita é a mão com que escrevo à caneta, ó pai
A direita é aquilo que papai repudiava nos anos 80

Esquerda, direita
Esquerda, direita
Ops!
A complicação na seta: para cima, para baixo
(sentido e direção e eu sem senso)
Para cima, direita
Para baixo, esquerda
Para cima, direita
Para baixo, esquerda

A esquerda é a mão que mal coordeno, ó pai
A esquerda era eu lendo a biografia de Fidel aos onze anos

Para cima, a direita; para baixo, a esquerda.

É, não se pode negar que seja afirmação absolutamente correta.

Direita, esquerda, pra riba, a bajo, al zentrum e al dentrum - que saudade das tequilinhas...

Direita, esquerda, pra cima, pra baixo. Seta, sentido, direção - tudo filosófico demais.

E olha que nem chegamos aos espelhos.

xxxx

Peço desculpas pelo mal-escrito. Prometo melhorá-lo, para tentar ser chiste, ou poema, ou prosa, ou não. ;-)

2 Comentários:

Anonymous Suiara disse...

Ótimo Tá... não precisa melhorar nada não, espontâneo, sincero, divertido! Pensar demais às vezes atrapalha! Beijinhos!

24/3/08 15:29  
Blogger Rá! Mentira?! disse...

mujer!!! donde estás?
bjos!

24/3/08 15:34  

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