2.4.10

um estudo

sugo o sangue o seio do tempo
de olhos vidrados
duro o peito do tempo
onde não posso me recostar

não me acolhe o tempo
colho do tempo meu próprio fruto
meus o sangue o seio o leite
minha seiva suga o tempo

alerta o tempo o general
em guarda em riste avante!
o tempo não canta cantiga
põe-nos a dormir eternamente

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